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Tudo o que você precisa saber sobre o Sisu

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O Sistema de Seleção Unificada (Sisu) é um programa que permite o ingresso de estudantes em instituições de ensino superior pública por meio do Enem

Ele foi criado durante a vigência do governo do ex-presidente Lula, em 2009, começando a funcionar de maneira efetiva em janeiro de 2010. 

Desde então, tem buscado democratizar e facilitar o acesso às instituições de ensino superior federais e estaduais. Para isso, utiliza a nota do Exame Nacional do Ensino Médio, que é hoje a principal prova para a seleção de futuros universitários brasileiros.

Atualmente, além do Sisu, há o Fies e o ProUni, que utilizam a nota obtida no Enem para conceder vagas em universidades, centros universitários, faculdades etc. No entanto, atendem públicos distintos e possuem processos que podem gerar dúvidas aos estudantes.

Pensando nisso, desenvolvemos este guia completo sobre o Sisu, que abarca questões como cronograma de inscrições, as principais diferenças entre ele o ProUni e o Fies, além de várias outras questões pertinentes. Siga na leitura e confira!

Índice

O que é o Sisu?
Como é calculada a nota de corte do Sisu?
Como funciona o Sisu?
Como se candidatar às vagas do Sisu?
O que fazer em cada etapa do cronograma Sisu?
Quais são as diferenças entre o Sisu, o ProUni e o Fies?

O que é o Sisu?

O Sisu é um programa de Seleção Unificada informatizado, gerenciado pelo Ministério da Educação (MEC), que utiliza, como mencionado anteriormente, a nota obtida no Enem para conceder vagas em instituições de ensino superior públicas.

Atualmente, o Sisu conta com duas edições: uma feita no primeiro semestre e outra no segundo semestre de cada ano.

A proposta do Sisu veio junto com a reformulação do Exame Nacional do Ensino Médio, em 2009. Na época, o Enem era constituído por 63 questões de múltipla escolha e redação, e aplicado em apenas um dia. Após as alterações passou a possuir 200 questões, mantendo a redação e sendo aplicado em dois dias. 

Hoje em dia, o Enem conta com 180 questões, que são aplicadas em dois dias. No primeiro dia, você deverá se preparar para 45 questões da área de Linguagens Códigos e suas Tecnologias, 45 questões de Ciências Humanas e suas Tecnologias, além da Redação.

No segundo dia, você deverá resolver 45 questões de Ciências da Natureza e suas Tecnologias e 45 questões da área de Matemática e suas Tecnologias.

Interessante mencionar que só é possível concorrer às vagas ofertadas pelo Sisu caso você não tenha zerado a Redação. Ou seja, a produção textual é uma parte essencial da prova e não deve ser negligenciada, uma vez que sozinha vale 1000, podendo subir ou comprometer toda a sua média. 

Por isso, é importantíssimo se preparar, de maneira geral para toda a prova, e especificamente para a redação.

Como é calculada a nota de corte do Sisu?

Como você pôde perceber, o Sisu possui uma relação estreita com o Enem, uma vez que ele utiliza a nota obtida neste Exame para conceder as vagas. 

Mas você sabe como é feito o cálculo da nota de corte do Sisu? Vamos por partes. Primeiro vamos explicar  a você o que é nota de corte e depois como esse cálculo é feito.

O que é nota de corte?

A nota de corte é a nota mínima que você deve obter no Enem para concorrer às vagas ofertadas para determinado curso e instituição. 

A nota de corte levará em consideração quantas pessoas se candidataram em um curso específico e a quantidade de vagas disponíveis. O raciocínio é lógico: quanto mais pessoas, maior será a nota que você deverá atingir no Enem para conseguir ingressar.

Como o cálculo é feito?

Pois bem, para calcular essa nota mínima, a plataforma automatizada do Sisu pega a nota da última pessoa classificada para determinado curso e a utiliza como base. 

Ficou confuso? Vamos explicar melhor. Por exemplo: se um curso oferece 50 vagas, a nota da última pessoa classificada, a que está na posição 50, será a nota mínima para acessar esse curso. 

É essencial mencionar que, durante todo o processo de inscrição, que dura 4 dias, o Sisu fará o cálculo da nota mínima uma vez por dia. 

Portanto, antes do fim definitivo das inscrições, você poderá visualizar a sua nota parcial e, se achar necessário, trocar o curso escolhido. Apenas ao final das inscrições será possível identificar qual a nota de corte definitiva para seu curso e se você conseguiu alcançá-la ou mesmo ultrapassá-la.


Como funciona o Sisu?

Agora que você já sabe o que é o Sisu, vamos te explicar o seu funcionamento.

As universidades que aderiram ao Sisu deverão informar ao sistema quantas vagas estão disponíveis. 

Existem instituições, como a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), que disponibilizam todas as vagas somente por esse sistema. Ou seja, é só por meio do Sisuq ue será possível acessar às vagas dessa universidade.

Você pode pesquisar sobre quais os cursos e as vagas ofertadas pelo programa no site do Sisu. A grande maioria das universidades, centros universitários, entre outros são parceiros do Sistema de Seleção Unificada, mas é importante ficar atento, uma vez que ainda existem instituições que não são ligadas ao Sisu ou que oferecem apenas algumas vagas por esse sistema.

Vale mencionar, que o Sisu oferta vagas apenas para cursos presenciais. Não há, portanto, a possibilidade de concorrer a vagas em instituições que oferecem cursos superiores a distância.

Na hora da inscrição no Sisu, você deverá selecionar duas opções de curso e instituição de ensino, por ordem de preferência.

Além disso, você deverá selecionar como irá concorrer às vagas; há duas opções: ampla concorrência e o sistema de cotas.

Podem participar da ampla concorrência qualquer candidato, independente de sua condição social e financeira. No entanto, para ter direito a concorrer às vagas destinadas para o sistema de cotas é necessário cumprir alguns requisitos, que explicaremos melhor a seguir.

Como funciona o sistema de cotas do Sisu?

As cotas são vagas destinadas àqueles candidatos que, por alguma razão, não possuem as mesmas condições de competir em pé de igualdade.

O sistema de cotas foi instituído inicialmente nos Estados Unidos, na década de 1960, motivado pela extrema desigualdade entre brancos e negros no país. 

Já o Brasil passou a adotar esse sistema em meados de 2002. Há três categorias de cotas para a entrada de jovens desfavorecidos socialmente no Sisu, confira-as a seguir.

1. Cotas para alunos de escola pública

De acordo com a Lei nº 12.711, de 29 de agosto de 2012 (Lei de Cotas), todas as 63 universidades federais, os 38 institutos federais de educação, ciência e tecnologia e os 2 centros federais de educação tecnológica deverão separar 50% das vagas, por curso e turno, àqueles que estudaram em escolas públicas.

Isso porque, geralmente, os alunos de escola particular contam com um ensino mais exigente e que os preparam melhor para concorrer às vagas em universidades, centros universitários, entre outras instituições que oferecem cursos superiores sem cobrar mensalidades. 

Uma situação interessante no Brasil é que as escolas públicas que oferecem a educação básica (educação infantil, ensino fundamental e ensino médio) são consideradas, na maioria das vezes, de menor qualidade em relação às escolas privadas. 

No ensino superior essa situação é oposta: as universidades federais, geralmente, oferecem um melhor ensino em relação às instituições particulares.

2. Cotas para alunos de baixa renda

As instituições federais também deverão reservar vagas àqueles de baixa renda. Para isso, será necessário a comprovação de renda familiar de no máximo 1 salário mínimo e meio por pessoa.

Você sabe como é feito o cálculo da renda familiar mensal bruta por pessoa?

Imaginando que não, mostraremos a seguir como o governo faz esse cálculo.

  • calcula-se a soma dos rendimentos brutos recebidos por todas as pessoas da família a que pertence o estudante, levando-se em conta, no mínimo, os três meses anteriores à data de inscrição do estudante no processo seletivo;
  • calcula-se a média mensal dos rendimentos brutos recebidos; e, por fim, 
  • divide-se a média mensal dos rendimentos brutos recebidos pelo número de pessoas da família do estudante.

De acordo com MEC, estão excluídos desse cálculo os valores recebidos a título de:

  •  auxílios para alimentação e transporte;
  • diárias e reembolsos de despesas;
  • adiantamentos e antecipações;
  • estornos e compensações referentes a períodos anteriores;
  • indenizações decorrentes de contratos de seguros;
  • indenizações por danos materiais e morais por força de decisão judicial.

Além dos rendimentos recebidos no âmbito dos seguintes programas:

  • Programa de Erradicação do Trabalho Infantil;
  • Programa Agente Jovem de Desenvolvimento Social e Humano;
  • Programa Bolsa Família e os programas remanescentes nele unificados;
  • Programa Nacional de Inclusão do Jovem – Pró-Jovem;
  • Auxílio Emergencial Financeiro e outros programas de transferência de renda destinados à população atingida por desastres, residente em Municípios em estado de calamidade pública ou situação de emergência; e
  • demais programas de transferência condicionada de renda implementados por Estados, Distrito Federal ou Municípios.

Observação: é de inteira responsabilidade do candidato certificar-se de que atende aos requisitos exigidos para concorrer às vagas para cotistas e que possui os documentos que serão exigidos pela instituição de ensino superior na hora da matrícula, em caso de aprovação. 

3. Cotas para ações afirmativas

Por fim, há as cotas destinadas àqueles que se autodeclaram pretos, pardos e indígenas, essa é uma nomenclatura adotada oficialmente. 

Essas vagas são calculadas levando em conta o último censo realizado pelo IBGE (Instituto de Geografia e Estatística), onde as pessoas podem se autodeclarar pretas, pardas e indígenas.

De acordo com a Lei de Cotas, não é necessário nenhum documento que comprove o critério cor ou raça, sendo este autodeclaratório.

Para saber quais os documentos serão exigidos pela universidade, é necessário acessar o boletim do candidato, no site do Sisu.

Como se candidatar às vagas do Sisu?

O objetivo aqui é detalhar cada etapa da inscrição do Sisu, de maneira bastante didática e prática, para que você não perca nenhum detalhe e possa ter acesso ao curso e à instituição dos seus sonhos!

1º Passo: prepare-se para o Enem

O primeiríssimo passo para poder concorrer às vagas disponibilizadas pelo Sisu é: preparar-se para o Enem. 

Como exposto anteriormente, o Enem é o principal meio de ingresso às instituições de ensino superior no Brasil atualmente. 

Sua nota não é utilizada apenas para acessar universidades públicas por meio do Sisu. Ela é aproveitada também pelo ProUni, para a concessão de bolsas em universidades privadas, e pelo Fies, para o financiamento de parte ou todo curso superior pago.

Portanto, é substancial preparar-se para ir bem nessa prova tão decisiva e concorrida. Você irá disputar uma vaga com milhões de estudantes em todo o Brasil, mas, muitas vezes, o seu pior inimigo pode ser o seu nervosismo, ansiedade ou despreparo na hora de realizar a prova.

Um dos pontos positivos do Enem é que o seu edital estipula que a prova será aplicada sempre no fim do ano, geralmente no mês de novembro. Logo, você terá um ano, quase inteiro, para conseguir rever toda a matéria.

A partir dessa informação confira as dicas que você poderá adotar ao longo dos meses para conseguir uma nota realmente boa no Enem:

1. Conheça a fundo as áreas do conhecimento cobradas no Enem

O Enem é dividido por áreas do conhecimento, que são separadas em dois dias. 

No primeiro dia você verá:

  • 45 questões da área de Linguagens, Códigos e suas Tecnologias; 
  • 45 questões de área Ciências Humanas e suas Tecnologias.

Além da realização de um texto de gênero dissertativo-argumentativo, a redação Enem.

No segundo dia você verá:

  • 45 questões da área de Ciências da Natureza e suas Tecnologias;
  • 45 questões da área de Matemática e suas Tecnologias.

É muitíssimo importante, que você conheça o conteúdo programático que será cobrado dentro das quatro grande áreas do conhecimento e se prepare para elas com dedicação. 

Confira a seguir o que, provavelmente, deverá ser sobrado em cada grande área.

Área de Linguagens, Códigos e suas Tecnologias 

Nessa área, você vai se deparar com questões relacionadas à língua portuguesa, literatura, a língua estrangeira que você optou no ato de sua inscrição para o Enem (inglês ou espanhol), além das tecnologias da informação e comunicação, educação física e artes.

Foque em estudar os seguintes conteúdos:

  • interpretação de texto;
  • gêneros textuais (quais são eles e suas características);
  • figuras de linguagem;
  • obras literárias clássicas no Brasil;
  • movimentos literários e artísticos (quais são e suas características);
  • esportes;
  • música.
Área de Ciências Humanas e suas Tecnologias

Aqui serão cobradas questões relacionadas às disciplinas de história, geografia, sociologia e filosofia.

Procure focar nos seguintes conteúdos:

  • períodos importantes para a história do Brasil (colônia, república, Era Vargas, ditadura militar, era populista) e geral (Idade Média e Moderna, Revolução Industrial, I e II Guerra Mundial, Nazismo e Fascismo, Liberalismo e Guerra Fria);
  • geopolítica;
  • agricultura brasileira;
  • meio ambiente;
  • migrações;
  • globalização;
  • iluminismo;
  • relações de trabalho;
  • pensadores da Grécia Antiga.
Área de Ciências da Natureza e suas Tecnologias

As disciplinas que serão abrangidas pela área de Ciências da Natureza e suas Tecnologias são: biologia, química e física.

Procure estudar questões relacionadas à:

  • óptica;
  • eletricidade;
  • instalações residenciais;
  • mecânica;
  • estequiometria;
  • soluções
  • oxidações;
  • eletroquímica
  • sustentabilidade;
  • evolução;
  • genética;
  • citologia.
Área de Matemática e suas Tecnologias

A disciplina para essa área é a matemática. Para essa matéria, foque nos seguintes assuntos:

  • regra de três;
  • razões e proporções;
  • interpretação de gráficos;
  • porcentagem;
  • geometria.
Redação

Não se esqueça de se preparar também para a redação, que vale 1000 pontos e pode subir ou comprometer sua nota total.

Para produzir um bom texto dissertativo-argumentativo e ser bem avaliado, você deverá seguir os seguintes critérios: 

  • 1 parágrafo de introdução (primeiro parágrafo), no qual você apresentará o tema discutido e apontará a sua tese, ou seja, ponto de vista.
  • 2 parágrafos de argumentação e desenvolvimento, nos quais você deverá defender a tese elaborada no primeiro parágrafo com argumentos consistentes.
  • 1 parágrafo de conclusão (último parágrafo), no qual você deverá finalizar o texto e apresentar uma proposta de intervenção para o problema abordado durante o desenvolvimento.

2. Elabore um cronograma de estudos

Para conseguir rever toda a matéria que você estudou ao longo dos anos em apenas 11 meses, é necessário esforço e dedicação. Uma ótima dica é elaborar um cronograma de estudos, que facilitará toda a sua vida.

Um cronograma de estudos bem feito poderá fazer com que você administre, organize e otimize seu tempo. 

3. Invista em plataformas preparatórias

Além de conhecer o conteúdo a ser cobrado no Exame e elaborar um cronograma de estudos, a última dica que selecionamos para você é investir em plataformas de estudo online. 

É de conhecimento geral que cursos preparatórios presenciais podem ser extremamente caros. E é justamente por isso que tem surgido cada vez mais plataformas online que disponibilizam conteúdos, como simulados, cursos de redação, correção de redação online… Vale a pena conferir!

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2º Passo: conheça o cronograma de inscrições para o Enem

O próximo passo para concorrer às vagas para o Sisu é inscrever-se para o Enem. Para isso, você precisa conhecer o cronograma de inscrições para o exame.

3º Passo: conheça o cronograma Sisu

O terceiro e último passo para concorrer às vagas ofertadas pelo Sisu é conhecer o cronograma de inscrições para o programa

O cronograma Sisu 2022/2 já foi divulgado com base no Enem realizado em 2021. Confira a seguir:

EtapasDatas
Inscrição28 de junho a 01 de julho
Resultado da chamada regular06 de julho
Matrícula na chamada regular13 a 18 de julho

O que fazer em cada etapa do cronograma Sisu?

Para que não reste dúvidas sobre as etapas do Sisu, vamos a seguir detalhar cada uma delas para você. Confira!

1ª Etapa: Inscrição

Para se inscrever no Sisu, você precisa atender a alguns requisitos:

  • ter feito a última edição do Enem;
  • não ter zerado a redação.

A inscrição do Sisu é feita em um única etapa pelo site do programa. No ato de sua inscrição, você deverá informar o seu número de registro no Enem e a senha mais atual cadastrada por você no site do Exame.

Após a realização de sua inscrição, você deverá escolher as duas opções de curso e instituição que deseja concorrer às vagas. Lembrando que a primeira opção será a sua prioridade e caso você não consiga ingressar neste curso, poderá concorrer ao curso e à instituição escolhida em sua segunda opção.

Um ponto importante a ser destacado é: enquanto as inscrições para o Sisu estiverem abertas, você poderá mudar as suas opções de curso. Então, olha essa super dica: acompanhe, todos os dias, os seus resultados prévios. Sendo assim, caso achar necessário, você pode mudar as suas opções até o último dia de inscrições.

É importante levar em consideração que, caso seja aprovado em alguma universidade, seja em primeira ou em segunda opção, você não poderá participar de nenhuma outra lista de espera pelo Sisu. Portanto, escolha conscientemente!

2ª Etapa: Resultado da chamada regular

Você poderá consultar o resultado da chamada regular pelo site do Sisu na aba: boletim do candidato.

Saiba que, caso você tenha sido aprovado na chamada regular, não poderá participar da lista de espera de outra universidade pelo Sisu. Portanto, se você não demonstrar interesse nesse momento, perderá a oportunidade de fazê-lo posteriormente. 

3ª Etapa: Prazo para participar da lista de espera

Caso você não tenha sido aprovado em nenhuma das duas opções selecionadas na chamada regular, você poderá pleitear por aquelas vagas que não foram preenchidas, fazendo parte da lista de espera.

Para fazer parte da lista de espera, você deverá manifestar interesse dentro do prazo estipulado.

4º Etapa: Matrícula dos candidatos aprovados na Chamada Regular 

Nessa etapa, os candidatos que foram aprovados na chamada regular na primeira ou segunda opção deverão se matricular no curso escolhido. 

É importante que você tenha conhecimento de que os documentos necessários para a matrícula deverão ser fornecidos pela instituição de ensino superior à qual você deseja se matricular.

Tome muito cuidado em relação aos prazos, uma vez que se você não realizar sua matrícula dentro do prazo estipulado perderá a vaga, que será ofertada para outro candidato.

5ª Etapa: Convocação dos candidatos aprovados na Lista de Espera

Dentro do prazo estipulado são convocados os candidatos aprovados na lista de espera.

A convocação para a matrícula será feita pelas próprias instituições de ensino. 

Portanto, fique ligado aos prazos e datas para a apresentação de documentos, afinal você não irá querer perder a chance fazer o curso e a universidade que escolher, certo?

Quais são as diferenças entre o Sisu, o ProUni e o Fies?

Os três programas governamentais, Sisu, ProUni e Fies, foram criados pelo Governo Federal com a intenção de democratizar e facilitar a entrada de estudantes ao ensino superior. 

É bastante comum se confundir e misturar os processos de cada um deles, e é por isso que vamos mostrar a você as principais diferenças entre cada um desses projetos. 

Diferenças entre o Sisu e o ProUni 

A mais notável diferença entre estes dois programas que possibilitam a entrada de estudantes ao ensino superior é que o ProUni (Programa Universidade para Todos) disponibiliza bolsas para pessoas de baixa renda, que cumprem determinados requisitos, enquanto o Sisu disponibiliza vagas em instituições de ensino superior públicas, ou seja, que oferecem cursos de forma gratuita.

Importante mencionar que para ter acesso ao Sisu não é preciso ser, necessariamente, de baixa renda. Qualquer um, tendo condições financeiras ou não, pode ter acesso ao programa.

Além disso, para ter direito ao ProUni é necessário que o candidato não possua título de graduação em nenhuma instituição, já o Sisu não faz essa especificação. É possível ser formado em algum curso superior, possuir o título e posteriormente usar o Sisu para realizar outra graduação.

Outra diferença é que para ter direito a concorrer às bolsas do ProUni, o candidato deverá ter obtido média igual ou superior a 450 pontos no Enem, o que não é exigido pelo Sisu.

O candidato até pode se inscrever para os dois programas, caso tenha feito a última edição do Enem. No entanto, caso seja aprovado nos dois deverá fazer a escolha entre cursar uma universidade federal ou ser bolsista em uma instituição de ensino superior paga.

Diferenças entre o Sisu e o Fies

O Sisu, como explicado anteriormente, oferta vagas em instituições de ensino superior não pagas. 

O Fies (Fundo de Financiamento Estudantil), no entanto, é um financiamento estudantil destinado a entrada de estudantes em instituições de ensino privadas.

Funciona da seguinte maneira: o valor não pago por você será pago à instituição pelo governo. É possível financiar parte ou todo o curso superior.

Contudo, em um momento de sua escolha, seja durante ou ao final do curso, você deverá devolver esse valor ao governo. 

Assim como o ProUni, o Fies exige que o estudante tenha obtido média superior ou igual a 450 pontos, item não exigido pelo Sisu.

É importante mencionar que o Sisu foi criado em função da reformulação do Exame Nacional do Ensino Médio, que passou a ser o principal meio de acesso ao ensino superior. Para você ter uma noção só no ano passado o Enem recebeu mais de 5 milhões de inscritos! 

No entanto, ainda hoje existem instituições que não utilizam o Sisu ou qualquer outro programa governamental para conceder acesso aos estudantes ao ensino superior. Por isso, é muito importante conhecer quais são as faculdades que utilizam a nota Enem, independente do tipo processo seletivo realizado!

Melhore sua redação com os conteúdos e dicas do nosso blog gratuitamente!

Autor

  • Yasmine Diniz

    Bacharel em Direito. Graduanda de Letras pela Universidade Federal de Minas Gerais. Amante da educação e fã de Friends.

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